sexta-feira, 10 de junho de 2011

Doce Ilha

Há por mais uma vez uma tristeza que me consome, tristeza essa que apenas a alma mais doce, que dedica sua vida a cantar alma, que é como ilha de um renascer de bons sentimentos, alma que nos revigora com seu mar de amor.  Alma pungente, necessito tanto agora de ancorar a sua beira, deixar em sua fina areia a marca da tristeza que me aflige, Doce alma suas ondas sonoras suáveis de onde posso ouvir o vento soprar por entre as pedras e conchas trazidas por outros que em ti ancoraram e por ti foram curados de tantas dores que quase os fizeram naufragar no mar do desespero ilha de minha doce alma acende seu farol pois sem essa luz não serei capaz de encontrar o seu porto e no desespero irei colidir com as pedras e recifes e meu naufrágio será certo
Ilha doce, somente em sua areia será capaz de manter-me viva, minha e de tantos tu és, porem amada ilha, nada que eu encontre por mar a fora pode dar-me o que as palavras que sua alma podem me dizer e dar-me então novamente a razão de meu viver. Doce ilha a voz do vento me faz ouvir-te com todo o meu amor, amada e doce ilha, te necessito, preciso de teu mar, mas principalmente de seu saber.

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