Eu não sou o vento
nem a luz da escuridão
Ouço o soluço
minha dor na multidão
Percebo a nave
a invadir a ilusão
Viajo no horizonte
ha luz em minhas mãos
Mergulho no pranto
me afoga em seu olhar
Desespero intrigante
dou-te a mão ao caminhar
O luzeiro me envolve
o teu canto é meu sonar
Beijo o sol por um instante
visto-me de mar pra te olhar

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